Ceará perde para o CRB em casa e se afunda no Z4 da Série B

O Ceará amargou mais uma derrota na Série B do Campeonato Brasileiro. Dessa vez, o revés foi por 1 a 0, diante do CRB, no estádio Presidente Vargas, na noite desta quarta-feira (22). O gol da vitória alagoana foi marcado por Mikael, de pênalti, no fim da primeira etapa.

Com isso, o Alvinegro completa sete jogos sem vencer na competição e termina o primeiro turno com apenas 19 pontos, na 18ª colocação.

O jogo
O primeiro tempo foi de um jogo morno, com poucas chances de gol. Os visitantes tiveram mais a posse de bola e tentaram ser mais ofensivos, especialmente em jogadas de bola parada. O Vozão, por outro lado, pouco produziu e não levou perigo.

Quando o jogo já se encaminhava para o intervalo com o placar zerado, os regatianos chegaram pela direita com Thiaguinho que cruzou, acertando a defesa do Ceará. Por intervenção do VAR, o árbitro constatou que a bola pegou no braço de João Gabriel. Pênalti. Mikael cobrou com categoria, no canto direito rasteiro. Sem chance para Richard, que sequer pulou. 1 a 0 para o CRB.

Segundo tempo
Após o reinício do jogo, o Ceará passou a trazer maior volume ofensivo, mas sem conseguir transformar a pressão em chances de empatar o jogo.

A melhor delas nasceu a partir de um escanteio que atravessou a área dos visitantes e chegou nos pés de Vina. O meia alvinegro dominou e chutou forte, tirando tinta do travessão de Vitor Caetano. O Galo da Pajuçara, por sua vez, chegou com perigo aos 25 minutos em chute do lateral Reverson.

Com o passar do tempo, o nervosismo da arquibancada foi tomando conta dos atletas em campo e o CRB passou a controlar mais o jogo. Surgiram chances de ampliar o placar, mas os regatianos desperdiçaram. Após o apito final, a vitória pelo placar mínimo foi muito comemorada pelos alagoanos.

Ameaçado de rebaixamento, o Vozão volta a campo no próximo domingo (26), às 16h, fora de casa, contra o São Bernardo, no Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP). A partida é válida pela 20ª rodada dá segundona.

Fonte: Opinião CE