G7 libera 100 milhões de barris de reservas estratégicas de diesel
As sete maiores economias do mundo decidiram realizar uma liberação coordenada de 100 milhões de barris de diesel e petróleo bruto de suas reservas estratégicas para mitigar a crise de oferta no mercado global. A deliberação ocorreu na sexta-feira, 02 de outubro de 2026, com o objetivo de estabilizar os preços e garantir a segurança energética, impactando diretamente o custo de vida dos cidadãos e a inflação mundial.
A decisão, formalizada por meio da AIE (Agência Internacional de Energia), estabelece que o processo terá início imediato e se estenderá por quatro meses. Conforme a declaração oficial divulgada pelo gabinete de Emmanuel Macron, presidente da França, uma parte substancial do diesel será disponibilizada ao mercado logo nos primeiros 20 dias da operação.
O movimento estratégico surge após intensa pressão exercida por Donald Trump, representante do Partido Republicano nos Estados Unidos. A administração norte-americana ameaçava restringir as exportações de diesel para a Europa, o que poderia encarecer drasticamente o produto para o bloco europeu. Em resposta, o G7 garantiu que não adotará qualquer medida que restrinja o comércio de produtos energéticos entre seus parceiros.
A situação ganha contornos mais dramáticos devido à guerra com o Irã, que já havia forçado uma liberação histórica de 400 milhões de barris em março de 2026. Donald Trump celebrou a medida via Truth Social, afirmando que o processo já está em curso para conter a alta dos combustíveis antes do pleito de novembro.
Ainda não foram detalhados os volumes específicos de petróleo bruto ou diesel por país participante, mas a AIE planeja novos encontros para avaliar a necessidade de injeções adicionais nos próximos dias. A medida é definitiva e já conta com o cronograma de execução pactuado entre os membros.
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