Governo dos EUA eleva alerta de segurança contra possíveis ataques do Irã
O governo dos Estados Unidos determinou o estado de alerta máximo para seus funcionários em todo o Oriente Médio e iniciou a redução de equipes em embaixadas e consulados, decisão tomada após a confirmação de que o Irã desenvolve planos avançados para realizar ataques letais contra cidadãos americanos, em medida comunicada publicamente no dia 24/10/2026.
A gravidade da situação foi detalhada em um memorando enviado na sexta-feira, 23/10/2026, por Jay Clayton, diretor de Inteligência Nacional, ao secretário de Estado, Marco Rubio. O documento aponta que agências de inteligência identificaram um aumento substancial nos esforços iranianos para atingir autoridades dos EUA, elevando o risco ao patamar mais alto desde o início das tensões regionais em fevereiro.
A movimentação do governo de Donald Trump reflete a proteção da integridade física de diplomatas e servidores civis que atuam em zonas de conflito. Segundo as autoridades americanas, a ameaça não se restringe ao Oriente Médio, abrangendo potenciais alvos na Europa e possíveis movimentações de agentes iranianos em território americano, embora analistas debatam a real capacidade operacional do Irã para concretizar tais ofensivas.
Em resposta à escalada, o Departamento de Estado intensificou o regime de funcionamento restrito em suas missões diplomáticas. Já na quarta-feira, 21/10/2026, foi ordenada a saída de funcionários não essenciais e familiares da Arábia Saudita, conforme confirmado por Tommy Pigott, porta-voz da pasta. A estratégia visa permitir ajustes rápidos no efetivo em resposta a riscos crescentes, como as ações de forças houthis no Iêmen e a ameaça persistente de planos terroristas iranianos.
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