Ataque russo em Zaporizhzhia mata 12 pessoas e gera crítica de Volodymyr Zelensky a Donald Trump
O ataque aéreo contra edifícios residenciais em Zaporizhzhia, na Ucrânia, resultou na morte de 12 civis, incluindo três crianças, em 10 de outubro de 2026. A ofensiva, perpetrada por forças da Rússia, foi confirmada pelo presidente Volodymyr Zelensky, que utilizou o episódio para questionar a recente mudança na política externa dos EUA.
A tragédia ganhou contornos de debate diplomático. Segundo Volodymyr Zelensky, a Rússia interpretou a suspensão de sanções à exportação de diesel, anunciada pelo presidente Donald Trump na sexta-feira, 09 de outubro de 2026, como um incentivo para escalar o conflito. "A noite passada confirmou mais uma vez que, na Rússia, qualquer alívio da pressão é interpretado como um sinal de que o país pode continuar lutando e lançando bombas contra cidades", afirmou o líder ucraniano.
Além da destruição em Zaporizhzhia, o governo ucraniano reportou que 13 estados do país foram alvos de projéteis russos durante a ofensiva noturna. Enquanto equipes de resgate, como as que auxiliaram moradores como Yana e Anton sob os escombros, continuam os trabalhos de busca, Volodymyr Zelensky prometeu retaliação contra as forças russas.
A decisão de Donald Trump de retirar sanções sobre mais de 300 milhões de barris de petróleo russo reaquece as discussões sobre a eficácia da pressão econômica contra o Kremlin. O impacto humano da medida, agora visível nos destroços em Zaporizhzhia, coloca em xeque a estabilidade das relações internacionais no conflito.
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